sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

Falena (Mariposa)

Iago



Semplice, inspiegabile, inscindibile.
Tra alba e tramonto, tra inizio e fine.

L'amore è un bruco che ritmicamente
si fa largo fra le consuetudini
e le rende istinti.

La metamorfosi è la via per
ingannare le divinità.

Trasformazione di una volontà ad esistere.
E come l'acqua, diventa molte cose.

Ma la sua essenza più intima è l'empatia.
La crisalide è vuota, la notte sostiene
il suo volo. Sulle sue ali è scritta
la storia di un'emozione destinata a perire.

La fine ed il tempo cercano un punto
d'incontro per obbedire al destino.

Eppure lei sa come volare lontano dal
comprensibile. Battiti frenetici, percezioni.
E' per questo che lei è...Falena.


Mariposa

Simples, inexplicável, Inseparável,
Entre o amanhecer e o alvorecer,
Começo e fim.

O amor é uma lagarta que ritmicamente
se faz ao largo dos costumes
e rende instintos.

A metamorfose é o caminho
para ganhar a divindade.

Transformação de uma vontade de existir.
E como a água, tornar-se muitas coisas.

Mas a sua essência ultima é a empatia.
A crisálida está vazia, a noite sustenta
seu vôo. Sobre suas asas é escrita
a história de uma emoção destinada a perecer.

O fim e o tempo procuram um ponto
de encontro para obedecer o destino.

Apesar disso, ela sabe como voar
para longe do compreensível.
Batidos frenéticos, percepção.
E é por isso que ela é uma mariposa.